Meu relato de aniversário, falando abertamente sobre a minha história com o skin picking: um caso de recuperação. Falei para TODO MUNDO, no meu perfil pessoal. Meeeedo, mas fiz! 😁

Relato de aniversário da autora, falando abertamente sobre sua história com o picking como um caso de recuperação.

#Repost@dani.fel_ippe (@get_repost)
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19/março. Meu aniversário. Quero dividir com você algumas das melhores coisas que tive a CORAGEM de fazer nos últimos anos:

2016 – Cortei o cabelo “Joãozinho”. Acabei deixando crescer de novo, porque estou em constante mudança mesmo, mas foi ótimo pra me libertar da obrigação social do cabelo padrão. Eu sou como eu decido ser. E ponto.

2017 – Resolvi que eu precisava assumir o controle de um comportamento compulsivo que eu praticava e escondia, desde criança, o transtorno de escoriação / skin picking. Não foi fácil, mas consegui parar e sigo firme.

Também parei de camuflar o meu corpo. Assumi com vaidade e alegria os cabelos brancos que a vida me deu. Estou muito feliz e não volto atrás.

2018/19 – Me sentia pronta para cuidar de mim de outras maneiras. Comecei a fazer atividade física regularmente, depois de uma vida inteira em negação. E adorei!

Senti que estava bem para ajudar outras pessoas com o mesmo transtorno que eu a entenderem que, com a ajuda certa, é possível controlar essa compulsão. Comecei um trabalho de conta-gotas nas redes sociais.

HOJE – Alguns já sabem da compulsão e me ajudam diariamente no controle. Faltava falar publicamente sobre o tema. Estou bem. Agora uso isso para ajudar muitos “alguéns”.
@sobreskinpicking (Fb e IG) é puramente informativo e assistencial. Pessoas me procuram todos os dias, o que me enche de amor e motivação pra seguir em frente, ajudando pessoas e fazendo com que esse transtorno se torne cada vez mais conhecido por psiquiatras, psicólogos, dermatologistas e por seus próprios portadores, reforçando a importância de um trabalho multidisciplinar para controlar essa compulsão: saúde mental, saúde da pele, dedicação total do paciente ao tratamento e apoio familiar!

Se você conhece pessoas com as características desse transtorno, conte a elas sobre esse espaço de acolhimento e informação, diga a elas que não estão sós!


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