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“Eu confesso… que já menti (sobre o skin picking) para o meu terapeuta.” E também para o dermatologista, o alergista, e por aí vai. Rss.
Ok, sei que estava errada. Mas, em minha defesa, foi há muito tempo, quando eu ainda nem pensava em falar sobre o skin picking com alguém. Mas lá dentro de mim gritava a minha vontade de encontrar uma cura, uma solução para a mania de cutucar a pele que me deixava com marcas horríveis…

Quando finalmente criei coragem de contar para um profissional da saúde foi para o dermatologista, que já cuidava das minhas lesões há anos. Ele deu uma bela de uma gargalhada e, já naquela época, falou que eu não era a única do planeta que fazia aquilo. Fiquei aliviada por um lado, mas por outro ansiosa para encontrar meus “colegas” de compulsão. Onde vocês estavam esse tempo todo? Todo mundo calado, se cutucando escondido? 🤦🏼‍♀️ Anos mais tarde procurei um novo terapeuta pra tratar especificamente do picking. Aí sim, consegui evoluir! Por que será? 🤔😏 E o dermatologista então? Parou de suspeitar que eu era diabética e que por isso as minhas feridas não cicatrizavam!

Viu só? A gente tem que falar a verdade para os médicos, senão nem adianta procurá-los. Ainda pode acontecer de o profissional não estar pronto para tratar do skin picking, porque é tudo muito novo ainda, até para os médicos. Dê uma chance, mostre as partes do DSM 5 que falam disso (procure DSM 5 pdf no Google). Aí, se ele não se interessar, então ok, troque de médico. Só não desista de se tratar, mas por você, não por quem quer que seja, ok?
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